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equipa climber

Climber

Dá aos Hóteis o  melhor preço por quarto

É um software de gestão hoteleira que faz a gestão automática do preço que os hotéis têm que vender os quartos, maximizando as suas receitas.

A história aqui contada pelos dois fundadores e amigos, Mário Mouraz e João Pedro Feliciano.

1. Mário, como surgiu a Ideia?

A Climber é a minha terceira empresa. Quando tinha a empresa anterior, também ela um software para hotéis, percebi que os hoteleiros tinham falta de uma ferramenta automatizada que decidisse por eles, pois era aí que lhes pouparíamos imensas horas por dia.
Quando olhámos para o mercado percebemos que o tipo de solução que queriamos criar não estava democratizado, não estava acessível a todos os hotéis, só às grandes cadeias hoteleiras multinacionais.
Decidimos então criar essa ferramenta, mas com uma nova equipa.

2. Qual o Negócio?

A Climber é um software de gestão hoteleira – software de revenue management – que faz a gestão automática do preço que os hotéis têm que vender os quartos, ajudando os hotéis a maximizar a sua receita.
O software inteligente da Climber analisa a procura e oferta do mercado e muda de forma dinâmica os preços dos hotéis, permitindo-lhe tirar maior partido de picos de procura e oferta.

3. Qual a vossa visão?

A nossa visão é democratizar o software de Revenue Management, isto é, ficaremos contentes quando todos os hotéis do mundo tiverem acesso a este tipo de ferramenta.
Estamos a expandir rapidamente a nível Europeu com enfoque na Alemanha, Polónia, Suiça, Inglaterra e França, mas temos também clientes espalhados um pouco pelo mundo todo desde a Tailândia à Argentina ou até mesmo à China. Quisemos ser uma solução global deste o primeiro minuto de existência da Climber.

mario e joão

4. Como arranjaram Financiamento?

De tudo um pouco. Começámos com capitais próprios, cerca de 25.000€. Mais tarde fizémos abertura de capital via crowdfunding a amigos, família e a investidores individuais, no total de 100.000€. Aproveitámos bolsas e fundos de âmbito Nacionais e Europeus, contraímos um empréstimo bancário e recentemente fechámos uma ronda de investimento com investidores de risco (Venture Capitalists) no total de 350.000€.
Ter dinheiro para manter a empresa aberta foi um processo longo e difícil, e uma das principais actividades dos fundadores da empresa.
No fundo há que garantir que aconteça o que acontecer a empresa tem que ter oportunidades para continuar a crescer e provar-se no mercado, e isso demora tempo.

Afirmam que um dos maiores trunfos é estarem rodeados de uma equipa empenhadíssima, alinhadas com a cultura da empresa.

5. João, como lidaram com a incerteza inicial?

A minha maneira de lidar com a incerteza é mitigar tudo o que for possível, atravez de vários planos (Plano A, B, C e às vezes D) para quando as coisas correm menos bem. Mas também há situações para as quais não há planos e nessas alturas é encarar o desafio com força e a paixão que tenho neste projecto e nas pessoas que acreditam em nós.

6. Qual a vossa Estratégia de Aquisição de Cliente?

O meu foco é no Produto e pergunto-me várias vezes ao dia “que valor posso dar ao nosso cliente?”, “como o posso tornar mais simples e rápido?”, “como posso melhorá-lo?”.

Alguns conselhos que o Mário e João deixam a quem está a começar a sua Startup.

Não olhem para trás, arrisquem, falem com quem já passou por isso (mentores, advisores, outros fundadores) pois irão poupar imensos passos errados.
Definam a visão do negócio logo à partida. Qual é aquela coisa que gostariam de atingir. Tem que ser um objectivo enorme, super motivador, aparentemente díficil de alcançar. Se não o for, não valerá a pena lutar por ele e a vida é muito curta para pensamentos medíocres.
Mário Mouraz

Estar rodeado de pessoas que tragam valor para o vosso sonho, que acreditem no sonho, com quem se dão bem e que sejam madura o suficiente para admitirem que por vezes falhamos.
João Pedro Feliciano

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